19.1.13

Relâmpago

Faço parte de um grupo de poesia no facebook, e todos os dias há um poema novo, os admini9stradores do grupo dão o mote e a foto, e nós fazemos um poema, muito giro!

E o mote de hoje era. RELÂMPAGO, quando li a palavra veio imediatamente a minha mente Avó, e fiz este poema:

Relâmpago

Quando eu era pequeina
e ouvia relampejar
rezava à Stª Barbara
para o barulho parar

A avó sempre dizia
Que era o Jesus a ralhar
Porque o homem era mau
E estava sempre a pecar

Mais tarde eu aprendi
Que as nuvens chocavam
Faziam aquele estrondo
E um raio originavam

Meu coração tremia
Com o barulho e o clarão
Fechava os olhos com força
E a minha avó dava a mão

Hoje eu tenho muito medo
Do efeito que produz
Mas gosto de a ver cair no mar
É um espectaculo que me seduz

Não tenho a mão da avó
Mas continuo a rezar
Para a Santa Barbara
Levar a trovoada para o mar!

CM

Achei interessante a quantidade de comentários a este poema de pessoas que se lembraram dos Relâmpagos quando eram crianças! ((*_*))

Eu Oh! Adorei...

Mau tempo




Chove torrencialmente, e quando  o tempo está assim, não consigo deixar de pensar nos Sem-Abrigo, e nas pessoas que vivem em condições precárias! Fica um frio cá dentro que não consigo explicar por palavras!

Eu Oh! Fico triste :(



Não venho há algum tempo, mas parece-me que vou entrar em força, sinto uma necessidade enorme de escrever, talve por estar em casa a recuperar de uma pequena cirurgia, nada de grave, mas que era precisa, tenho passado muito do meu tempo a ler e a escrever, coisas sem jeito como sempre, mas minhas! ((*_*))

E nas minhas leituras de hoje li este texto, e fiquei maravilhada! Só pensava para comigo, quando for "grande" vou querer escrever assim ((*_~))


JOAQUIM PESSOA, in ANO COMUM (Litexa, 2011)

Dia 281.

Conta comigo sempre. Desde a sílaba inicial até à última gota


de sangue. Venho do silêncio incerto do poema e sou, umas ve-


zes constelação e outras vezes árvore, tantas vezes equilíbrio,


outras tantas tempestade. A nossa memória é um mistério, re-



cordo-me de uma música maravilhosa que nunca ouvi, na qual


consigo distinguir com clareza as flautas, os violinos, o oboé.


O sonho é, e será sempre e apenas, dos vivos, dos que masti-


gam o pão amadurecido da dúvida e a carne deslumbrada das

pupilas. Estou entre vazios e plenitudes, encho as mãos com


uma fragilidade que é um pássaro sábio e distraído que se a-


ninha no coração e se alimenta de amor, esse amor acima do


desejo, bem acima do sofrimento.


Conta comigo sempre. Piso as mesmas pedras que tu pisas,


ergo-me da face da mesma moeda em que te reconheço, con-


tigo quero festejar dias antigos e os dias que hão-de vir, con-


tigo repartirei também a minha fome mas, e sobretudo, repar-


tirei até o que é indivisível.


Tu sabes onde estou. Sabes como me chamo. Estarei presente


quando já mais ninguém estiver contigo, quando chegar a ho-


ra decisiva e não encontrares mais esperança, quando a tua


antiga coragem vacilar. Caminharei a teu lado. Haverá decerto


algumas flores derrubadas, mas haverá igualmente um sol lim-


po que interrogará as tuas mãos e que te ajudará a encontrar,


entre as respostas possíveis, as mais humildes, quero eu dizer,


as mais sábias e as mais livres.

Conta comigo. Sempre.



Não está maravilhoso?

O Ozzi está com sono!

Não resisti ao ver o meu Ozzi assim tão "sogadito" e a fazer-me companhia a esta hora, rsss  Mas parece-me que está com mais sono que eu! rsrs

Eu Oh! Delicio-me a olhar para este monte de pelo ((*_*))

18.1.13

António Carlos Jobim e Sting

Bom Ano, acho que ainda venho a tempo! ((*_*))




Eu Oh! Adoreiiiiiiii ((*_*))